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A medida adotada se deve às condições hidrológicas, que são menos favoráveis nesse período. A bandeira amarela, quando aplicada às contas de luz, faz com que cada 100 quilowatts-hora (kWh) custem R$ 1,50. Como nessa época costuma chover menos, é comum que sejam acionadas usinas termelétricas para suprir as demandas, o esse processo faz com que a conta fique mais cara.

A bandeira verde, que não apresenta taxa extra para o consumidor, estava sendo utilizada desde abril de 2016, pois a situação estava controlada. Em 2015, por outro lado, todos os meses apresentaram bandeira vermelha, começando em uma cobrança adicional de R$ 4,50/kWh. Em seguida, ainda em 2015, alguns meses utilizaram da bandeira vermelha patamar 1, que acrescenta R$ 3,00 a cada 100 kWh. Ainda assim, o valor era bastante alto.

Este sistema foi utilizado pela primeira vez em janeiro do ano passado, como uma forma de recompor gastos extra com a utilização de energia em usinas termelétricas, que têm mais custos do que usinas hidrelétricas para operar. A cor da bandeira sempre vem impressa na conta de luz, podendo variar entre vermelha, amarela e verde, oscilando ainda entre especificações de cada uma. O propósito dessa indicação é mostrar o custo da energia elétrica em função das condições de geração de eletricidade. Quando chove menos, por exemplo, é necessário que as termelétricas sejam acionadas, para suprir a queda nos reservatórios que acontece nas hidrelétricas.